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Um ano

Aos olhos do tempo… Um ano não passa de um instante na eternidade. Mas cada instante que passamos com aqueles que amamos, nos fazem mais felizes.

Nossa vida são sucessões de instantes, momentos atribulados  e instantes calmos. Atribulação e calmaria em ciclos como as ondas do mar.

A dor aparece em nossas vidas para lembrarmos de crescer. Ela nos faz correr atrás , nos faz se mexer, avançar, pois ela nos força a movermo-nos para sana-la. Quando a dor vem até  nós para nos modificar, devemos não sofrer com a sua presença, em vez disso, esforce-se mais e mais para resolver aquilo que causa a dor, pois sofrer não vai adiantar em nada. A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. (Carlos Drummond de Andrade)

Os instantes de calmaria são para que possamos correr atrás dos nossos sonhos, para realizarmos os nossos projetos, para estudar, trabalhar, crescer, recomeçar… Estagnar nos momentos de calmaria das marés da vida, se entregar a vadiagem e a ociosidade implica em reduzir o tempo da maré calma e se aproximar mais rapidamente dos momentos de tempestade e dor. Por isso aproveite cada um dos instantes como devem ser aproveitados. Estude, trabalhe, sonhe e realize, planeje e construa nos momentos de calmaria da vida. Já nos momentos de dor e reflexão repouse o corpo, descanse a mente, reflita e sane os problemas. Com isso, conseguirá aumentar os momentos de paz e tranquilidade da maré e se reduzirá os momentos de tormenta e dor.

Com esse conselho aproveite bem o final desse instante que te resta, aproveite bem o final desse ano, para que no instante seguinte, consiga perpetuar os momentos brandos e calmos da vida. Assim os instantes futuros serão repletos de trabalho, estudo, conquista, gratidão e amor para que possamos estar com a felicidade em qualquer instante que estivermos.

(Gabriel D. Rueda)

As vicissitudes

Chove forte a noite, para um amanhecer ensolarado e florido.

Queima fundo no coração o gelo do abandono, para o encontro calmo e amado de um sorriso.

Dores, força, suor e lagrimas, para o parto da vida de bençãos.

Arar a terra e rega-la dia após dia, para colher os frutos da graça do amor.

Choro copioso, desespero e dor, para renascer mais forte, para renascer no amor.

Suplício, calvário e cruz, para sentir, sorrir e amar, para amparar, consolar, suportar, para se acalmar,  descansar e renascer.

As vicissitudes são as molas propulsoras de evolução da consciência humana. Assim como as mares vão e vem elas nos impulsionam ao futuro glorioso que nos aguarda.

 

(Gabriel D. Rueda)